Equipes de supervisão, consultoria e vendas da Telefônica/Vivo atuam sob forte pressão por metas, acompanhamentos diários, cobrança intensa de resultados e controle rígido de jornada — mesmo quando a empresa tenta enquadrar esses profissionais como “cargos de confiança”.
Na prática, o que mais ocorre é o enquadramento indevido no art. 62, II da CLT. Ou seja: o trabalhador é registrado como se tivesse autonomia, poder de gestão e livre administração do horário, mas vive exatamente o oposto:
- horário fixo
- metas diárias
- reuniões obrigatórias
- reporte direto a gerentes
- controle de produtividade por sistemas internos
Quando isso acontece, o trabalhador tem direito a todas as horas extras não pagas nos últimos anos, além de reflexos e possíveis diferenças de comissões.
A KSC Advogados atua há mais de 15 anos representando profissionais de grandes empresas e possui experiência sólida com demandas envolvendo a Telefônica/Vivo.
Problemas mais comuns entre supervisores e vendedores da Vivo
1. Cargo de confiança fictício (art. 62, II da CLT)
É a violação mais recorrente.
O trabalhador é enquadrado como “cargo de gestão”, mas:
- não tem autonomia real;
- não decide sobre equipe ou orçamento;
- tem horário controlado;
- segue metas e rotinas impostas pela gerência;
- depende de autorização para quase tudo.
Quando isso acontece, a Justiça reconhece que não há cargo de confiança — e por isso todas as horas extras devem ser pagas.
2. Horas extras não pagas
Supervisores e vendedores normalmente trabalham:
- antes do horário para preparar relatórios;
- após o expediente para fechar metas;
- aos sábados e feriados;
- respondendo WhatsApp da equipe fora do expediente.
Essas horas devem ser remuneradas com adicional e reflexos.
3. Diferenças de comissões e metas abusivas
Muitos vendedores sofrem com:
- metas quase inalcançáveis;
- alteração de critérios sem aviso;
- descontos indevidos;
- campanhas de incentivo não pagas.
Isso gera direito a recuperar comissões não repassadas.
4. Pressão psicológica e ambiente agressivo
É comum encontrar:
- ameaças veladas;
- cobranças em público;
- exposição de resultados;
- “ranking” vexatório;
- transferências punitivas.
Essas condutas podem gerar indenização por danos morais.
5. Acúmulo de funções sem aumento salarial
Supervisores frequentemente assumem:
- rota;
- acompanhamento de vendas;
- treinamento;
- tarefas administrativas;
- suporte de loja.
E continuam recebendo como se realizassem apenas sua função principal.
Como um advogado trabalhista ajuda nesses casos
1. Análise completa da função real exercida
O ponto mais importante é demonstrar o que você realmente fazia, e não o que estava escrito no cargo.
2. Levantamento de provas de jornada e metas
A realidade do supervisor e vendedor tende a deixar muitas provas digitais:
– relatórios;
– metas;
– ordens por WhatsApp;
– login e logout de sistemas;
– reuniões;
– e-mails;
– mensagens dos gestores.
3. Cálculo dos valores devidos
A partir da reconstrução da jornada real, são calculados:
- horas extras;
- reflexos;
- diferenças de comissões;
- eventual dano moral;
- restituições relacionadas a metas e campanhas.
4. Ação com alta probabilidade de êxito
Casos envolvendo a Vivo nesse grupo de trabalhadores costumam apresentar taxa média/alta de sucesso, conforme jurisprudência recente do setor de telecomunicações.
Se você atuou como supervisor, consultor ou vendedor na Telefônica/Vivo e enfrentou pressão excessiva, metas abusivas, horas extras sem pagamento ou cargo de confiança aplicado de forma indevida, nós podemos ajudar.
A KSC Advogados conhece a realidade do setor de telecom e já atuou em situações semelhantes, com excelentes resultados.
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