A Telefônica Brasil S.A. (Vivo) é uma das maiores empresas de telecomunicações do país. Com milhares de trabalhadores próprios e terceirizados, ela opera em um setor marcado por metas agressivas, alta pressão operacional e escalas de trabalho intensas.
Nesse ambiente, é comum que técnicos, supervisores, vendedores, operadores de call center e profissionais de áreas estratégicas enfrentem situações que violam a legislação trabalhista. Quando isso acontece, contar com um advogado trabalhista especializado em ações contra a Vivo faz toda a diferença para garantir seus direitos e recuperar valores que deveriam ter sido pagos.
A KSC Advogados atua há mais de uma década defendendo trabalhadores de grandes empresas. Já representamos inúmeros profissionais do setor de telecom e conhecemos profundamente os padrões de terceirização, metas e gestão da Telefônica/Vivo.
Principais problemas enfrentados por trabalhadores da Telefônica/Vivo
1. Terceirização irregular em atividades-fim
Muito comum entre técnicos de campo e instaladores de fibra.
Mesmo contratados via terceirizadas, eles executam funções essenciais da operação — o que pode gerar reconhecimento de vínculo direto ou responsabilidade da Vivo.
2. Horas extras não pagas e “cargo de confiança” fictício
Supervisores, consultores e vendedores muitas vezes são enquadrados como art. 62, II da CLT, mas continuam seguindo controle de jornada.
Isso abre espaço para recuperar todas as horas extras e reflexos.
3. Metas abusivas e assédio moral
Tanto em vendas quanto no call center, a pressão por resultados costuma gerar ambiente hostil: cobranças excessivas, ameaças veladas, comparações constrangedoras e exigência de metas irreais.
4. Pausas negadas e jornada irregular no telemarketing
Operadores terceirizados (Atento, Almaviva, Vikstar e outras) frequentemente sofrem:
– retenção de pausas;
– intervalos abaixo do mínimo legal;
– controles rígidos que geram adoecimento.
Essas violações são recorrentes e possuem alta taxa de êxito na Justiça.
5. PDVs e planos de quitação geral mal explicados
Muitos trabalhadores aderiram a programas de desligamento sem entender plenamente os efeitos.
A Justiça reconhece que PDVs podem ser anulados quando há falta de transparência ou direitos ocultos.
6. Acidentes de trabalho e doenças ocupacionais
Dois grupos são muito afetados:
– técnicos de campo, expostos a altura, eletricidade e riscos de deslocamento;
– operadores de call center, com adoecimento mental por pressão extrema.
Nesses casos, são comuns indenizações por danos morais, materiais e pensão mensal.
Como um advogado trabalhista pode ajudar nesses casos
A atuação jurídica envolve etapas essenciais para aumentar suas chances de êxito:
1. Análise do histórico de trabalho
Entendimento detalhado da sua função, metas, escalas, ordens recebidas e forma de controle.
2. Coleta de provas estratégicas
O advogado orienta sobre quais documentos e registros fortalecem o processo:
– conversas com líderes;
– prints do sistema;
– controle de ponto;
– metas e relatórios;
– ordens da supervisão;
– testemunhas.
3. Enquadramento jurídico correto
Cada caso pode envolver diferentes pedidos:
- vínculo empregatício direto;
- responsabilidade subsidiária;
- horas extras;
- adicionais (periculosidade, insalubridade);
- danos morais;
- diferenças de comissões;
- nulidade de PDV;
- pensão mensal.
O escritório calcula os valores e define a melhor estratégia.
4. Ação judicial ou acordo extrajudicial
Com a fundamentação correta, o trabalhador pode conquistar valores expressivos — conforme padrões recentes de decisões envolvendo a Vivo e suas terceirizadas.
Perguntas frequentes sobre ações contra a Telefônica/Vivo
“Fui contratado por terceirizada, mas fazia tudo para a Vivo. Posso pedir vínculo?”
Sim. Técnicos de instalação, manutenção e ativação de rede têm decisões favoráveis quando atuam diretamente na atividade-fim.
“Trabalhava como supervisor da Vivo, mas tinha horário e metas. Isso anula o cargo de confiança?”
Na maioria dos casos, sim. Quando existe controle de jornada, o enquadramento do art. 62, II é considerado inválido.
“No call center da Vivo minhas pausas eram cortadas. Isso gera indenização?”
Sim. Intervalos suprimidos, pausas reduzidas e controle excessivo configuram violação repetida.
“Aderi ao PDV da Vivo, mas depois percebi diferenças salariais. Ainda posso entrar com ação?”
Pode. A Justiça permite anular PDVs quando a empresa não apresenta informações completas.
“Sofri acidente trabalhando como técnico de campo. A Vivo pode ser responsabilizada?”
Pode, inclusive por danos morais, materiais e pensão vitalícia, dependendo da gravidade.
Se você trabalhou ou ainda trabalha para a Telefônica/Vivo — direta ou indiretamente — e acredita que seus direitos foram desrespeitados, podemos ajudar.
A KSC Advogados possui experiência real em casos envolvendo o setor de telecom e já atuou em ações contra a Vivo e suas terceirizadas.
Conte seu caso sem compromisso.
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